Sinto indo e vindo pensamentos mil.


Raios me torturam e me sinto bem guiado...
Não é desespero nem obsessão...

Não sou quem dizem que sou,
Sou filho do sol e da lua, felizes estrelas arrebatadoras.

Chove agora e me deixo iludir.
Esqueço tudo e deixo fluir.

Deixem-me ir,
Será menos um nesse mundo vagabundo.
Um pouco de toda hipotética heresia vem de momentos como esse, então, foda-se.

Foi o dia de minhas virtudes serem abundantes.
Hoje o infeliz é mais feliz que eu.

Revolução da evolução,
E por metamorfose e não mutação me tornei O Realista novamente.

Duda, Duda, Duda.

Por qual razão dormir enquanto é cedo?
E acabar explodindo a construção infinita?
Não, Não.

Foi você no momento a capaz de mudar a realidade, minha, ainda transparente.
Enfim poder dizer: somos iguais.

Criança por fora, com perfeita eloqüência expressiva.
Com você pode ser quem sou, somos iguais.

E toda meiga virou a noite a espera da hora de poder me ligar.
Foi apenas assim, big bang.

E porque me pedir um(1) se pelo infinito ainda posso batalhar pra te dar?
Depois você chora e não vai ser por tristeza, disso você pode ter certeza.

Quem já chorou lagrimas poucas e concentradas entende o que falo.
Daqui ao vazio da alienação de momentos sem você no futuro.

E eu desde quando tive opção?
E desde quando precisei dela?
Toma pra ti a responsabilidade da escolha.

Novembro... Quase dezembro.

E já se vai?
E faz diferença? Fez.
Importante nem tanto é estar aqui, só.

E novamente ela vem, nunca descansa,
Até o dia de nosso funeral, a esperança,
Deixa de ser apenas santa, em sonho.

Batalhas vencidas, vitórias esquecidas.
Pelo menos não por e para mim, há responsabilidade
até aqui.

Temia apenas chegar onde estamos e não te conhecer.
Vou por onde agora? Vou até o fim agora e depois.
Enfim, como dizem? Feliz.