
Debaixo do pomar já sem vida,
Jaza outra alma,
Ainda perdida, orando sobre o que um dia já foi.
Maldita, queimada e esquecida por mim.
Indo e vindo à procura de respostas que só eu tenho,
Um não desculpa, por traz de toda essa historia fantasmagórica.
Felicidade só se encontra por correspondência,
Já bastava de reticências,
Um fim tive que dar.
Tive que esquecer, já eram varias,
Outra já não agüento mais,
Desse sepulcro tomei liberdade, antes condicional,
Para sempre ou até mais tarde.
“Santa cova de amores”
Mil amores, mil tragédias.
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