Somos uma arvore.


Uma vidinha no meio do Oasis,
Apenas ela e sua esperança.
A se movimentar pelos abalos sísmicos e correntes de ar.
Ao som da mais bela melodia, anjos e suas harpas.

Sem frutos,
Aguarda ansiosa pela vinda do que aparenta ser uma sementinha.
De suas raízes surge a majestosa rainha do infinito vazio.
E mesmo só, brilha.

Cai a noite e sua paixão aparece,
Sua luz desaba como fonte de inspiração,
E seu mundo muda.
Avista após horas, o fim, o nascer do sol...


...Tão forte, a resseca,
Mas ao norte, na linha do horizonte,
Pássaros voam e a contemplam,
E trazem consigo, digerido,
O que daqui em diante se chamaria amor.

Ao longo do tempo,
A chuva cai,
E o broto ao seu lado logo gigante se torna.
Dando inicio a seu imensurável sonho.

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