Viajem interplanetárias.


Aperto os cintos e vôo,
Sigo nesse vazio espaço-tempo,
Sem medo de demonstrar quem sou,
Sendo acabado por serem quem são.

Com minha matéria sendo distorcida pelo espaço,
Rezo pra que seja apenas um buraco negro, passivo.
Pego carona com a luz e chego aonde chamas chegaram,
E oque vejo? Constelações da deusa Afrodite.

O céu desse campo de visão é mais claro, é mais fácil.
E não importa o quanto infinito seja,
De coração tenho certeza,
O meu único amor é a lua.

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